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Be of GREAT HEART our dear friends.

SO VERY MUCH HAS CHANGED …

SO VERY MUCH IS CHANGING …

SO VERY MUCH WILL CHANGE …

For it is written in the stars.

Are you not ALL ‘Children of the stars’? Did you not KNOW what you had decided and then came to Earth to put it into place?

The Federation o Light -- 16th August, 2014


to gain space


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Monday, October 28, 2013

Português -- GEORGE ADMSKI

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Homenageando  Aileen Garoutte


Este Blog foi criado para informar o public sobre o assunto UFO/OVNI. Criado por Aileen Garoutte, que foi Directora do The UFO Contact Center International.




GEORGE ADAMSKI

Adamski arrives in England

Adamski chega a Inglaterra


Quantos pesquisadores de OVNIs de hoje conhecem a história de George Adamski?

Nessa época, para a imaginação de todos nós, ele foi a pessoa mais emocionante que jamais viveu. Para vós, os mais novos, vou contar-vos a história que foi escrita por Jim Mosely, como um relato na primeira pessoa. Pela primeira vez, Jim foi honesto, o que leva a uma outra história, mas não neste momento.

A história que saiu num livro publicado em Inglaterra dizia que um astrónomo do Observatório do Monte Palomar, declarou que tinha encontrado um piloto Venusiano de um disco voador, no deserto da Califórnia e falou com a criatura através da linguagem de sinais. O nome do astrónomo era Professor Adamski.

Não tinha telefonado antecipadamente, e tinha algumas dúvidas sobre a possibilidade de ver o Professor, mas tinha verificado anteriormente que a melhor maneira de contactar uma figura pública relativamente inacessível, era aparecer no seu escritório e falar-lhe directamente.

Em vez de ter encontrado qualquer dificuldade na recepção do Observatório do Monte Palomar, escutei uma forte risada de um membro da equipa, que passava,  quando perguntei  pelo professor Adamski.

“O Professor,” e salientou o título de maneira escarninha, “vive a meio caminho da montanha. Irá encontrá-lo a trabalhar num ponto de venda de “cachorros quentes”.
A recepcionista deu-me uma explicação mais completa e contida: Não havia nenhum Professor George Adamski no Observatório, o homem que eu procurava poderia ser encontrado em Palomar Gardens, num restaurante na encosta da montanha, que atendia os turistas que vinham ver o telescópio de 200 polegadas no topo (da montanha). Sim, Adamski tinha escrito um livro sobre discos voadores e tinha reivindicado o facto de ter  tirado fotos deles.

Conduzi de volta, montanha  abaixo, até Palomar Gardens e estacionei num parque quase cheio de carros. Dentro, avistei rapidamente um homem grisalho que parecia estar na casa dos sessenta, sentado a uma das mesas. Uma multidão de trinta a quarenta pessoas estava sentada, de boca aberta, enquanto ele relatava a sua história.

Adamski não pretendeu ter qualquer ligação com o Observatório Palomar. "Sou filósofo, professor, estudante e pesquisador de OVNIs," disse-nos. "Ao longo de vários anos, tenho sido astrónomo amador, e tenho dois telescópios pequenos, um deles um reflector de 15 polegadas e outro, um refractor de seis polegadas ".

Interessado há muito, na possibilidade de vida noutros planetas, Adamski tinha escrito um livro de ficção onde ocorreram visitas interplanetárias. Também havia orientado uma escola de filosofia tibetana, conhecida como A Real Ordem do Tibet.

Adamski disse que o seu verdadeiro interesse em discos voadores começou, quando foi visitado por dois homens do Laboratório de Eletrônica de Point Loma Navy, perto de San Diego. Estes homens, JP Masfield e GL Bloom, garantiram-lhe que os discos voadores, provavelmente, eram interplanetários e que um governo da Terra estava também a desenvolver essas máquinas.

O objectivo da visita era garantir a sua cooperação para fotografar essa nave estranha, pressupondo que os seus telescópios pequenos podiam manobrar-se mais facilmente do que o telescópio grande do Observatório. Tencionavam fazer um pedido semelhante ao Observatório.

De acordo com o que Adamski explicou, depois de ter sido convidado pelos militares, para cooperar com eles, comprou equipamento fotográfico adicional e começou a observar o céu à procura da nave espacial.

"Noite após noite, fiquei ao ar livre com o meu telescópio apontado e com a câmera acoplada. Algumas noites pensei que iria congelar por causa dos ventos frios." Alice K. Wells, proprietária de Palomar Gardens, trouxe dezenas de copos de café fumegante, mas isso foi apenas, algum conforto. Uma vez apanhei uma constipação extremamente forte e estive afastado da minha tarefa durante semanas, enquanto recuperava, mas, mesmo assim, persisti. "

Não sendo fotógrafo, Adamski teve que dominar a arte enquanto prosseguia. Absolutamente convencido da realidade dos OVNI’S, após as aparições, começou a ter esperança de que o tempo viria em que poderia fazer um contato pessoal com alguma pessoa de outro mundo. Muitas vezes, vagueou no deserto, sentindo que tinha recebido mensagens telepáticas dos discos.

Mas foi só a 20 de Novembro de 1952, que o desejo de Adamski se tornou realidade.
Encontrou dois casais de Prescott, no Arizona, o Snr e a Snra Bailey e o Dr George Hunt Williamson e esposa. Uma vez que esses casais também estavam interessados em possíveis contactos com pessoas do Espaço, pediram para ser convidados a acompanhá-lo da próxima vez que fizesse essas viagens ao deserto. De acordo com esse pedido, Adamski telefonou a Williamson em 18 de Novembro e combinou encontrar-se com os dois casais, dois dias depois, perto de Desert Center, na Califórnia. Lucy McGinnis, a secretária de Adamski e Alice K. Wells, foram convidadas para ir com eles.

As sete pessoas encontraram-se como combinado e prosseguiram até um ponto na estrada, a cerca de 11 milhas de  Desert Center. Os Bailey’s compraram uma câmera de filmar, os Williamsons uma máquina fotográfica; Adamski levava o seu telescópio de 6 polegadas, binóculos, e uma caixa contendo a máquina fotográfica e aparelhos para anexá-la ao telescópio. Também tinha sete rolos fotográficos e uma máquina barata.

Williamson, que alegou ser antropólogo, tinha até trazido gesso, no caso de haver quaisquer marcas terreno que  precisassem  ser preservadas. Assim, a festa foi muito bem preparada no caso de acontecer um encontro com um OVNI ou um homem do espaço.

"A primeira ocorrência fora do comum", disse-nos Adamski "foi o avistamento de um enorme disco tipo nave mãe, semelhante a um dirigível, que apareceu a grande altitude e foi vista por todos. Tínhamos acampado muito perto da autoestrada, e tenho a certeza que esta nave-mãe poderia ter sido vista por qualquer motorista que passasse.

Mas tinha a sensação  que não seria o local onde poderíamos fazer contacto. Pedi à Lucy para conduzir-me até um lugar, mais ou menos a meia milha, a partir da rodovia. Então pedi-lhe para regressar e juntar-se aos outros durante uma hora, após a qual eu iria regressar se nada tivesse acontecido. Tive uma sensação muito forte de que seria o dia para um contacto e que deveria estar sozinho ".

Montou o telescópio e o equipamento necessário e, dentro de 5 minutos, foi recompensado com o avistamento de “uma pequena nave de reconhecimento, tipo disco voador, a alguma distância de mim. Tirei sete fotos desta nave, embora não tivessem ficado bem, por qualquer razão.

"Logo após, percebi um movimento pelo canto do olho, olhei, e vi um homem a aproximar-se de mim. Embora essa pessoa parecesse muito com um homem comum, estava vestido com um tipo peculiar de fato de esquiar e tinha cabelo  comprido, esvoaçante."

A beleza da sua forma superou qualquer coisa que já tinha visto. Senti-me como uma criança na presença de alguém com grande sabedoria e muito amor, e fiquei muito humilde dentro de mim, porque dele estava a irradiar um sentimento de compreensão e bondade infinita, com suprema humildade ".

"A reunião durou cerca de três quartos de hora. Durante este tempo, usando gestos, percebi que o homem era do planeta Vénus e que a sua visita aqui na Terra era devida, em parte, à preocupação com o uso de armas atómicas. Para expressar a ideia de explosões atómicas, o visitante disse Boom! Boom! Infelizmente, não me permitiu fotografá-lo. 

Fiquei com a impressão que talvez muitos destes venusianos já estivessem na Terra, misturando-se com as pessoas deste planeta, e que, possivelmente, alguma característica distinta, dessa fotografia, podia permitir identificá-los mais facilmente”.

(1)     Nave Venusiana a pairar
(2)     Diagrama de uma nave de patrulha Venusiana
(3)     Diagrama de uma nave-mãe Venusiana
(4)     Submarino Tipo Nave espacial
(5)     Nave-mãe nr. 1 a lançar naves de patrulha
(6)     Nave-mãe nr. 2 a lançar naves de patrulha
 (7)     Nave-mãe nr. 3 a lançar naves de patrulha
(8)     Nave-mãe nr. 4 a lançar naves de patrulha
(9)    Diagrama de uma nave de patrulha  Saturniana
(10)   Diagrama de uma nave-mãe Saturniana
(11)   Naves espaciais perto da Lua
(12)   Foto tirada a partir do interior de uma nave Venusiana

(13)   Foto tirada a partir do interior de uma nave Venusiana nr. 2
 (14)   Foto tirada a partir do interior de uma nave Venusiana nr. 3
(15)   Foto tirada a partir do interior de uma nave Venusiana  nr. 4
(16)   George Adamski


Perto do fim da entrevista, o Venusiano fez questão de chamar a atenção de Adamski para as suas pegadas na areia. As solas dos sapatos deixavam marcas de símbolos. Depois de ter regressado à nave de patrulha e partido, Adamski juntou-se aos outros e muito emocionado, levou-os ao local da cena. Williamson, completamente bem preparado para essa eventualidade, tirou as impressões com gesso. Subsquentemente, muitas pessoas tentaram interpretar os símbolos estranhos impressos pelos sapatos, mas não conseguiram chegar a nada em definitivo.

No decurso da sua conversa com Adamski, o Venusiano pediu permissão para ficar com um dos rolos fotográficos de Adamski, com a promessa de devolver-lhe em breve. Cerca de três semanas depois uma nave de patrulha semelhante voou na vizinhamça de Palomar Gardens, e o piloto lançou o pacote do rolo fotográfico através de uma das portas.

O rolo, depois de revelado, mostrou mais símbolos estranhos, sememlhantes aos inscritos pelas pegadas. Adamski arranjou um certo número de peritos em línguas a tentar decifrar os “escritos’, mas sem ter obtido resultados – embora um deles tivesse assinalado que os símbolos eram semelhantes a uma língua denominada Urdu, que tinha sido reproduzida num livro estranho, entitulado Da Índia ao Planeta Marte, no qual uma Francesa(http://pt.wikipedia.org/wiki/H%C3%A9l%C3%A8ne_Smith) declarava ter recebido mensagens de Marte em estado de transe.

Martian script
 
Escrita automática em “Marciano” produzida por Hèlène Smith/ Catherine-Elise Müller numa séance

No entanto, no mês seguinte, a 13 de Dezembro, Adamski conseguiu obter fotografias de boa qualidade das naves de patrulha – as que estão em exibição no restaurante.
Adamski reforçou o seu relato com um depoimento sob juramento feito pelas testemunhas, fazendo uma fotocópia que tirou de um caso breve e fez circular no nosso grupo.

"O que disse a si e aos outros é absolutamente verdadeiro. Mas o que é isso que é referido no poema, "What is truth? = O que é a Verdade?" Não me recordo, não sou um homem de letras. Não devem aceitar apenas a minha verdade, devem descobrir a verdade por vós próprios. Dessa maneira irão acreditar verdadeiramente, tal como eu.”
__________

George Adamski foi a primeira pessoa a vir a público falar do seu contacto. Nessa ocasião ainda não tínhamos ido ao Espaço.Era tudo tão fantástico que muitas pessoas ficaram entusiasmadas com a história. Claro que houve os cépticos que ridicularizaram-no (e ainda fazem). Adamski foi recebido pelo Papa e pela Raínha da Holanda (se estou a recordar correctamente)

Nesa ocasião, em que ainda não tínhamos ido para o Espaço, creio que foi dito a Adamski que o seu visitante vinha de um planeta conhecido. Como nos desenvolvemos no espaço, fomos sendo informados da existência de mais planetas no Universo.

“Inside the Spaceships = No Interior das Naves” foi o primeiro livro que li sobre OVNIS. Fiquei tão entusiasmado que iniciei a minha carreira como pesquisadora de OVNIS, que ainda permanence hoje.
Leneesa
postado por Aileen @ 4:15 PM, em 31 de Março de 2005

Tradutora: Maria Luísa de Vasconcellos
Email: luisavasconcellos2012@gmail.com



DENTRO DAS ESPAÇONAVES - Tradução de Clésio Berri





 


Muito já foi escrito sobre George Adamsk i(1891-1965),o mais famoso contatado de todos os tempos desde o advento da moderna ufologia que se iniciou nos anos 1940. De um modo geral, o que se escreveu sobre ele questiona a veracidade de seus relatos, beirando à ridicularização e a difamação de sua imagem. Pesquisadores de ufologia posteriores colocaram em cheque as mensagens dos “contatados” como sendo produto de uma imaginação fértil ou simples mitomania de indivíduos lunáticos e desejosos de atenção.

Em função disso, os textos de Adamski caíram em parcial esquecimento, seus livros desapareceram das prateleiras e nunca mais firam reeditados desde a década de 1970em nenhum país do mundo, e sociedades que se dedicavam a estudar e divulgar as experiências de Adamski, como o “GetAcquaintedProgram”(que pode ser traduzido a grosso modo por: Programa “Tome Conhecimento”) foram todos encerrados até 1999. Resta ainda a George Adamski Foundation, que preserva seus escritos e suas idéias.Para saber mais, acesse: http://www.adamskifoundation.com
Adamski lançou seu primeiro livro em 1952, “Os Discos Voadores Pousaram”(FlyingSaucersHaveLanded),que chegou a ser publicado em Português com grande sucesso internacional. 

O livro foi escrito com coautoria de Desmond Leslie, um publicitário. Não fosse por Leslie, o livro talvez não fosse publicado, pois Adamski não conhecia pessoas influentes que pudessem ajudá-lo. O livro teve uma sequência em 1953, com o livro “Dentro das espaçonaves” (InsidetheSpaceships”),e por fim, seu terceiro e último livro, “FlyingSaucerfarewell”(“Adeus aos Discos Voadores”),esse já com bem menos sucesso, pois suas colocações sobre os planetas já não condiziam com as descobertas feitas pelas sondas espaciais lançadas na época.

O holandês Gerard Aartsen especializou-se no estudo da Sabedoria Eterna (AgelessWisdom, em inglês),bem como os “Mestres da sabedoria”(Masters ofWisdom), estudos espiritualistas de diversos mestres, especialmente o livro do mesmo nome de Helena Blavatsky. Deste modo, Gerard fez uma conexão entre estes ensinamentos de Blavatsky e dos Mestres da Sabedoria com os “Irmãos do Espaço” mencionados por Adamski e encontrou muitas semelhanças entre eles.

Seu livro “George Adamski-Mensageiro dos Irmãos do Espaço” (George Adamski-A Herald for the Space Brothers), de 2010 e não publicado no Brasil , investiga a vida de George Adamski em profundidade, associando sua relação com Blavatsky e o budismo Tibetano como momentos preparatórios para seu contato extraterrestre que viria mais tarde na década de 1950.

O que nem todos sabem é que nos anos 1930, Adamski esteve no Tibet, e ao retornar, fundou a sociedade Royal Order of Tibet(Ordem Real do Tibet),chegando a publicar um livro sobre sabedoria tibetana em 1936,”Wisdom ofthe Masters oftheFarEast” (“Sabedoria dos Mestres do Oriente Distante”).Este primeiro livro de Adamski coincide basicamente com “Sabedoria Eterna” de Blavatsky em quase tudo, e mostra a profunda ligação de Adamski com as mesmas fontes de onde bebeu Blavatsky.

Mais tarde, Adamski levaria seus seguidores para uma fazenda onde criou sua própria comunidade espiritualista, e anos depois, mudou-se para as cercanias do monte Palomar, onde se localiza o famoso observatório astronômico. Lá ele abriuuma barraca de venda de hambúrgueres, e seria neste momento que teriainiciado sua nova fase como contatado por extraterrestres.

Os ensinamentos dos Mestres da Sabedoria já eram bastante conhecidose aceitos nos círculos esotéricos na época em que Adamski fez contato com os extraterrestres de Vênus. Mas ele foi o primeiro a falar de “Irmãos do Espaço” e foi massacrado por isso por um turbilhão de oponentes que ridicularizavam suas idéias. A semelhança entre as mensagens de seus Irmãos do Espaço e o budismo tibetano são bastante evidentes, conforme se observa nos quatro princípios fundamentais do Viver em Paz de Adamski:

1-Não desejar mais que o necessário para sua saúde diária e seu conforto.

2-Ver a todos como iguais, sem favoritismo a ninguém.

3-Observar e controlar os pensamentos, o que requer alerta constante.

4-Apreciar e agradecer á todas formas de serviço que lhe são prestados.

Analisando sob uma perspectiva budista, algo muito similar pode ser encontrado com outros nomes.Por exemplo, o primeiro princípio, “Não desejar mais que o necessário para sua saúde diária e seu conforto,” nos remete às austeridades monásticas dos budistas que devem reduzir suas necessidades ao mínimo necessário para seguir vivendo. Os monges desenvolvem a habilidade de dispensar todas as coisas supérfluas, contentando-se com o mínimo.

Já o segundo princípio, “Ver a todos como iguais, sem favoritismo a ninguém” é chamado no budismo de “equanimidade”, ou “mente que não julga”, ou seja, desenvolver a habilidade de olhar para todos os seres sem discriminá-los em termos de “certo ou errado”, “bem ou mal”, “belo ou feio” etc., criando uma mente límpida e inocente que aceita a todos sem favoritismos ou rejeições.

O terceiro principio: “Observar e controlar os pensamentos, o que requer alerta constante” recorda o conceito budista de Plena Atenção, ou seja, a observação constante dos processos internos da mente que gera atração por certas coisas e aversão a outras, que segundo o budismo, deve ser eliminado. Para o budismo, a mente deve estar sempre equânime, ou seja, neutra, não se sentindo atraída nem avessa a nada.

Coincidência ou não, Adamski se entusiasma ao encontrar semelhanças frequentes entre o pensamento budista e os ensinamentos dos Ets: “-Eles aprenderam que em seu estado natural ,toda vida se expressa em uma alegre e livre execução de cada ação. Eles não consideram a execução das tarefas diárias com sendo tediosa, pelo contrário, eles a veem como um privilégio pelo qual prestam serviço a Causa Cósmica…Quando formos capazes de empregar o mesmo estado alegre e relaxado da mente em nossas vidas diárias, nossa consciência se elevará a um ponto onde as impressões de valor universal virão naturalmente. Isso não significa que o homem ignorará o mundo ao seu redor, pois nasceu na terra para viver e participar do todo da humanidade…ao utilizar a Lei da Paciência, até atingir a unidade com toda a criação….nossos desejos invejosos injetam suas idéias sensuais em nós em lugar do Pensamento Pleno. Precisamos aprender a lógica pelo ângulo cósmico.”


As alusões aos conceitos budistas de equanimidade (tratamento idêntico a todas as criaturas, não-diferenciação),Plena Atenção(constante controle da mente, evitando que emoções de desejo, raiva, etc. tomem lugar),e aplicação de um estado meditativo-contemplativo à cada ação diária são evidentes no modo como Adamski entendeu o modo de vida dos extraterrestres. Neles, os extraterrestres, Adamski encontrou uma utopia e um modo de ser que os humanos deveriam imitar, algo notavelmente semelhante àquilo que ele aprendera no Tibet. Gerard Aartsen, no seu livro, homenageia Adamski, devolvendo-lhe a importância de ter sido não apenas o primeiro contatado famoso da história, mas também um espiritualista dedicado, que segundo Gerard, fosse talvez naquela época de fato a pessoa mais indicada para trazer ao mundo a mensagem estranha e inovadora dos extraterrestres.


Saturday, October 26, 2013

Português -- Os ‘TALL WHITES’ (Enviado por um Leitor)

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Os  ‘TALL WHITES’ (Enviado por um Leitor)






Março 2005

Alguns têm mais de 8 pés de altura, correm 40 milhas por hora e vivem 800 anos.Falam como um cão a ladrar ou um pássaro a chilrear, escrevem com muita semelhança aos hierogliphos egípcios e aprenderam Inglês com muita facilidade. Têm olhos grandes azuis que ocupam parte da cabeça, nariz pequeno e ouvidos muito pequenos colados ao couro cabeludo. Os dedos polegares são pequenos, mais quatro dedos longos e finos, e dois apêndices em forma de garra, em vez de unhas. Têm todos cabelo louro, fino e liso, habitualmente usam-no curto e as mulheres podem ser distinguidas por um corte curto e feminino. 
As ancas são formadas como as nossas, mas caminham de uma maneira muito diferente pois estão habituados a uma atracção da gravidade maior. Normalmente usam fatos-macaco de cor branca como giz e aspecto de alumínio, que lembra um tecido de lona, com luvas do mesmo material e um capacete branco e aberto tipo  de motocicleta. 


O que é fora do comum é que o fato emite um campo de luz branca fluorescente, cuja intensidade varia de uma tonalidade discreta até um tom brilhante, um brilho que reamente pode magoar os olhos humanos. São extremamente inteligentes e processam a informação a uma velocidade muitas vezes mais rápida do que os humanos. No entanto, temem secretamente a nossa capacidade intuitiva e as nossas percepções extra sensoriais. Têm talentos individuais, capacidades intelectuais contraditórias e caracterísitcas físicas, uma raça que não é propriamente esculpida a partir de um cortador de biscoitos. Alguns são professores, outros são pilotos, trabalhadores e mesmo líderes. Quando estão nostálgicos gostam de contemplar as estrelas, nas noites quentes de verão, gostam de fazer viagens nos fins-de-semana, até às proximidades de Las Vegas, ou visitar o monumento de Lincoln, em Washington D.C.  Gostam de se entretere de procriar, e os seus filhos, consideravelmente de menor em tamanho, são divertidos, amorosos, enérgicos e curiosos. As crianças divertem-se a jogar às escondidas mas também gostam de jogar à bola com objectos macios,  pois os seus corpos são frágeis e ganham nódoas negras com facilidade. As mães são extremamente dedicadas aos filhos a ‘N’ grau, existindo apenas com o propósito  de preencher as necessidades da sua prole.

Acreditam  num sistema de "olho por olho", acreditam que a sua palavra é a sua ligação  e dão especial importância a honrar acordos, especialmente acordos verbais ou escritos.

No entanto, não se sabe se acreditam em Deus, ou só em si, ou se formam religiões para avançar as suas crenças. Embora sejam altamente individualizados, uma característica semelhante é que todos têm uma tez de um tom branco de giz - tez calcárias muito brancas. Por esta razão, foram denominados os Tall Whites = Brancos Altos. E por esta razão, a maioria das pessoas pensa que são, apenas, personagens fictícias,  criadas a partir de um episódio já passado da série Star Trek. Mas os Tall Whites são mais do que mera ficção, diz Charles Hall, um homem educado, com um mestrado em física nuclear e ex-observador de meteorologia para a Força Aérea dos EUA.


De acordo com Hall, que afirma ter  comunicado com os Tall White, eles são muito reais, muito complexos e uma parte muito importante da comunidade que vive na Base da Força Aérea de Nellis, uma zona altamente secreta, de 5,000 milhas quadradas, uma "zona de exclusão aérea" do complexo militar, no sul e centro do deserto de Nevada.

Nellis é tão secreta, tão excluída e tão guardada pela polícia militar que , de acordo com Hall, qualquer tentativa de entrar, de localizar os Tall Whites (Brancos Altos), que vivem debaixo das dunas de areia em bunkers de aço e betão, seria cometer suicidio. “Não podem procurá-los ou aproximar-se deles. Eles têm de chegar até vós e as crianças são especialmente curiosas por natureza,” disse Hall da sua casa de Albuquerque, NM., ao dizer que não tinha tentado contactar os Tall Whites desde que a sua prestação de serviço na Força Aérea, em 1967, tinha terminado, quando partiu para servir no Vietnam.




“Estar isolado no deserto foi uma experiência traumática, com alguém tão diferente e obviamente muito mais avançado do que nós. Ao princípio pensei que ia enlouquecer. Mas com o passar do tempo aprendi a comunicar, como aproximar-me deles e nunca tentar forçá-los a fazer qualquer coisa. Os seus sistemas nervosos reajem muito rapidamente, são muito protectores e suspeitam muito das nossas intenções.”

Interrogado porque é que não tinha regressado a Nellis, disse:  “Não sinto necessidade de voltar. Se passasse o que eu passei, tal como registei meticulosamente nos meus três livros, provavelmente também não queria regressar, pois, por vezes foi assustador e emocionalmente esgotante.” Os registos “de outro mundo” de Hall, não são produto de uma imaginação superactiva ou de alucinações induzidas, mas de experiências pessoais e de contactos cara-a-cara como os WhiteTall, enquanto estava a prestar serviço em Nellis, de 1965 a 1967.


 Afirma ter passado a interagir com esta raça alienígena inúmeras vezes, mas só recentemente veio a público com as suas declarações espantosas, num conjunto de três livros entítulados “Millenial Hospitality”. 

“Decidi esperar este tempo todo para não causar transtorno ao bem estar dos meus filhos, enquanto estavam na escola,” diz Hall, acrescentando que os relatos dos seus livros são verdadeiros, só os nomes e os lugares mudaram para proteger os inocentes. “Confidenciei sempre com a minha esposa e com os meus amigos, mas agora que os meus filhos já são adultos e independentes, decidi trazer a minha história a público.

E diz que os factos relatados nos seus livros são apenas a ponta do iceberg, daquilo que pode ser uma das histórias sobre extraterrestres, mais pormenorizadas, mais convincentes e procuradas, de sempre. “Leiam os meus livros e verão o que quero dizer com isto”, acrescenta Hall, referindo-se à época em que od Tall White queriam impressioná-lo com a sua superioridade tecnológica, tendo-o atirado contra um rochedo e parado no meio do ar. “São igualmente capazes de suspender balas ou outros objectos a movimentar-se rapidamente.”

Os Intelectuais de vanguarda não só apoiam Hall, como estão convencidos da origem extra terrestre dos Tall White e dos seus poderes excepcionais, mas também está convencido um intelectual  de peso, Michael Salla, doutorado em Ciências  Políticas e ex-director de uma organização de previsão e planeamento do futuro, em Washington, após ter entrevistado Hall extensivamente, em Dezembro de 2004. O que ainda é mais surpreendente é que Salla, pôs em jogo, a sua reputação impecável como pesquisador político e pensador, pela primeira vez na sua carreira, para desviar-se de um "caminho terrestre".


Salla assumiu compromissos académicos na Escola de Serviço Internacional da American University, Washington, DC e do Departamento de Ciência Política da Universidade Nacional da Austrália, Canberra, na Austrália. Também ensinou como membro do corpo docente adjunto da Universidade George Washington. É o autor de “The Hero's Journey Toward a Second America Century = A Jornada do Herói através do segundo século da América” e “Why the Cold War Ended = Porque é que a Guerra Fria Terminou”, bem como vários ensaios sobre a paz.


"Nunca tinha estudado antes o fenómeno UFO, mas depois de falar com Charles, sou um crente,” disse Salla numa entrevista recente. As discussões profundas de Salla foram reveladoras a dar aos livros e aos escritos de Hall a credibilidade idependente, em vez da aprovação tendenciosa dos Grupos UFO/OVNIs. Para além das perguntas óbvias a respeito das peculiaridades, características e intenções dos extraterrestres, Salla centrou-se na cooperação e nos acordos que os Tall Whites tinham supostamente celebrado com o governo dos E.U.A. através de ligações militares, na Base da Força Aérea de Nellis.

“Considerei Charles Hall muito credível e convincente nas suas respostas às perguntas feitas. Mostra grande integridade e é bastante sincero ao descrever apenas os factos que dizem respeito às suas experiências", disse Salla, que nunca abordou histórias de OVNIs, mas admitiu que tem de vir a ser um crente. "As emoções que Charles objectivamente descreveu com grande detalhe, transmitiram a extensão do que ele experimentou, que abalou a sua visão do mundo e as opiniões das pessoas ao seu redor.


No entanto, os Acordos Governamentais, o relacionamento entre os Tall Whites e o nosso Governo, explicados por Hall, é incompreensível, chocante, revoltante e completamente impossível numa sociedade democrática. Mas Hall insiste que estes acordos existem, insistindo que os  Tall Whites têm estado a fornecer a sua tecnologia em troca de recursos terrestres, desde o início da década de 1950, e talvez ainda mais cedo.


Hall recorda num dos seus livros que na década de 1960 as autoridades militares adquiriram cerca de $600,000 dólares de vestuário, tendo visto o carregamento a ser transportado em camiões militares para o aquartelamento no deserto, onde vivem os  Tall Whites.Também recorda os militares a fornecer alimentos, alumínio, titânio e outras matérias-primas, talvez utilizados para negociação interestelar, pois os Tall White percorrem o Universo, para entrar em contato com outras civilizações.
Nesta entrevista, Salla ousa adivinhar o que tem transpirado desde 1960, e se os militares têm estado envolvidos em negociações e acordos mais sinistros, sem divulgação pública.


A respeito da não divulgação, efectivamente, Salla argumenta,  que os militares podem estar a comprometer os recursos da América e a sua sobrevivência futura ao não permitir um debate público sobre assuntos que dizem respeito ao bem estar do seu próprio povo, a respeito dos assuntos que envolvem os acordos comerciais com os Tall Whites.


“O povo americano tem o direito de sabê-lo e o conhecimento que Charles traz a respeito da interacção dos Tall Whites com os generais da Força Aérea dos Estados Unidos, é muito esclarecedor em termos da maneira como os acordos foram seguidos à letra,” disse. “Parece que os Tall White são muito legalistas e isto parece ser um ponto que os militares dos Estados Unidos pensam ser de ajuda para trabalhar com eles.

De acordo com Charles, os Tall Whites foram muito claros de que apenas certas categorias de tecnologia seriam partilhadas, categorias que podemos presumir não dariam aos militares dos Estados Unidos capacidade de viajar no espaço profundo. É visível que têm orgulho em ser confiáveis e esperam o mesmo em troca. Uma promessa quebrada para um Tall White, é o pior tipo de mal, e é tratado com muito rigor.


"Hall também salienta que os Tall Whites não têm projectos futuros a respeito de colonizar a Terra ou apoderar-se dos governos, obviamente,  com a sua tecnologia avançada.

No entanto, nos seus livros dá pormenores sobre como os Tall Whites ameaçaram matar os seres humanos que lhes desobedecessem ou ameaçassem. Hall cita um acidente medonho em que um general Americano permitu que um militar fosse morto por um Tall White, depois de um filho deles ter sido ameaçado. 

“Penso que o militar Americano sentiu que os soldados eram dispensáveis e de pouca importância comparativamente a manter os Tall White satisfeitos”, disse Hall.

Outra Caracterísitica Única dos Tall White, como foi mencionada antes, os Tall Whites podem atingir a altura de 7 pés – 2,13 m. No entanto, a maioria dos adultos na primeira metade da sua vida, habitualmente a altura atinge de 5’ 10 (1,77m) a 6’ 5’’(1,95m). “ A duração de vida é dez vezes maior do que a nossa”, diz Hall, acrescentando que também leva-lhes 10 vezes mais tempo a curar-se.” “Não envelhecem como nós, mas quando têm cerca de 400 anos, iniciam uma segunda fase de crescimento, alcançando cerca de 8 pés de altura (2, 43m). Morrem de falência orgânica a uma idade de cerca de 800 anos. Uma vez que no seu planeta os dias são mais longos, também são os seus padrões de sono, mantendo-se acordados cerca de dois dias terrestres, seguidos de igual período de sono.”


“Embora possam ser muito amistosos, por vezes são arrogantes e ultrajantes. Mas parecem sensíveis e compreensivos às nossas estruturas sociais e cultivaram relacionamentos com os oficiais de alta patente, alguns dos que trabalharam lado a lado com os Tall Whites. Tratam as pessoas de condição social inferior com desdém e tive um bom relacionamento com eles, deixando que me tratassem como o seu animal de estimação.


Questionado sobre o que os Tall Whites pensavam ser único nos seres humanos, ele disse "que não conseguiam entender como nós interagiamos com os animais. Comentaram várias vezes que somos a única forma de vida que conheceram, que mantinha  animais como animais de estimação.” Pareciam ser extremamente receosos dos nossos animais e não conseguiam descobrir por que iriamos interagir com algo tão potencialmente mortífero.


"De onde são? 

Hall disse que aprendeu muito pouco sobre a origem dos  Tall Whites durante o seu encontro de dois anos.”Realmente partilharam muito pouco da sua História e das suas origens.” Recorda Hall. No entanto, aconteceu um incidente com um Tall White a quem chamou “ o Professor” que revelou que tinham vindo de um planeta perto da estrela Arcturus, há cerca de 36 anos luz. 


Numa passagem de um dos seus livros, diz: “Um frémito de emoção passou através da multidão quando mencionei a estrela Arcturus. Depois de uma pequena pausa, a senhora mais velha perguntou com alguma surpresa, ‘Professor, Charlie sabe de onde vimos?


O Professor retorquiu: “Não, não completamente, mas está perto.” Hall pensa que a razão de estarem aqui é que a Terra fornece uma estação perfeita para os Tall Whites, nas rotas das suas viagens interestelares. E a Base da Força Aérea de Nellis, fornece uma localização perfeita visto que o afastamento do deserto fornece uma ocultação excelente para as suas decolagens e aterragens.

Todos os meses, chegam com novas substituições numa das suas naves espaciais maiores, na época da lua cheia,” disse Hall. “Vi a nave chegar e estive muito perto da entrada exterior do hangar, mas nunca estive lá dentro. 
Como é que viajam?

Hall testemunhou três tipos de naves espaciais diferentes, que variam de tamanho, desde uma pequena nave de observação movida a energia nuclear, a uma grande nave interestelar, capaz de viajar mais rápido do que a velocidade da luz. Esta embarcação grande e negra era de aproximadamente 70 metros de altura e 109 pés de comprimento. Hall disse que a tecnologia da nave pequena foi compartilhada com os militares, mas a nave grande permanece um mistério.

Em relação ao hangar e às instalações, acrescentou: "Fui capaz de observar as instalações de reparação a partir de uma curta distância, e tanto quanto sei, sou a única pessoa a ter sido autorizada a ver estas instalações.

Os generais americanos fariam qualquer coisa para manter boas relações com os Tall White, a fim de obter a sua tecnologia", disse Hall, que mantém que viu-os juntos muitas vezes e até mesmo sentados juntos, às mesas de negociações. "A troca foi feita na base do que viria a beneficiar os Tall White e, às vezes, participaram em reuniões confidenciais, contribuindo para o desenvolvimento da tecnologia.

O que é que comem? 

Hall disse que os militares forneciam os Tall Whites com qualquer tipo de alimento solicitado, mas viu-os a carregar sacos de alimentos preparados do que parecia pudim de cogumelos. "Vi-os uma vez a inspecionar as arrecadações de alimentos, na messe dos oficiais,  em Indian Springs ", disse . "E uma vez vi alguns  deles num restaurante de Las Vegas com uma refeição completa, mas não tocaram nos pratos antes de deixar o restaurante.


Hall supôs que eram comedores de plantas, pois viu-os colher sementes em várias ocasiões."Não comem carne. Tenho a certeza ", acrescentou." A comida que vi embalada e selada em sacos de plástico na nave de observação, parecia pudim de cogumelos. Foi-me dito por um deles que foi preparado principalmente para as crianças ou para quando eles faziam caminhadas no deserto.

"Também foi-me dito que não era boa idéia comer a comida deles  pois poderia ter efeitos adversos sobre o meu corpo. Foi o que percebi, pois comer esses alimentos fazia uma pessoa sentir-se muito alta, e um pouco semelhante a beber grandes quantidades de licor". 


Outros já os tinham visto? 

Mais de sete anos antes da chegada de Hall a Nellis, os livros de registo mostraram que 41 observadores meteorológicos tinha sido comprometidos durante a tentativa de exercer as suas funções nas faixas de Nellis. Alguns necessitaram de cuidados médicos, outros receberam exonerações médicas da Força Aérea e alguns foram mortos.

Na verdade, o meteorlogista que precedeu Hall abandonou o cargo e  afastou-se da área. Então, como é que  Hall sobreviveu quando outros antes dele não conseguiram? Ele atribui isso à sua capacidade de perceber os seus hábitos e, essencialmente, a ter sido adoptado por um dos Tall White denominado o Professor, que parecia ter um interesse especial e gostar dele.


Embora nunca tenha sido capaz de tirar fotos, disse que uma dona de casa de Nova Jersey, ao viajar através Nevada, tinha adquirido uma série de fotos autênticas que incluiu num livro publicado de capa flexível sobre os Tall Whites. Mesmo que isto tivesse  fornecido a corroboração de terceiros,  era incapaz de recordar o nome da senhora ou o título do livro.


"Tem-me sempre aborrecido o facto de não conseguiar lembrar o nome dela, mas sei que os Tall White foram vistos de perto, por muitos outros militares. Acho que alguém deve ter-lhe dado as fotos", disse Hall.

O Presidente Harry Truman viu-os? 


Encontrar Tall Whites de perto, foi um choque para os militares em Nellis, frequentemente os avistamentos foram reportados como fantasmas, anjos ou outros tipos de criaturas fantásticas.


Relatos oficiais referidos também revelam que o presidente Truman no final de 1940 pensou que encontrou fantasmas na Casa Branca normalmente antes de ir para cama. Os relatórios referem que ele pensou que tinha visto erradamente o fantasma do Presidente Lincoln, ao contar aos funcionários sobre as aparições na Casa Branca, em várias ocasiões.

"A minha sugestão é que pesquisem as histórias do fantasma de Lincoln e de Dona Anna, no condado de Las Cruces, perto do White Sands Missile Range,” disse Hall.

Ele sugeriu que o presidente Truman provavelmente encontrou Tall Whites na Casa Branca, em vez de fantasmas. "Lembre-se, muitos dos homens da manutenção do território, que viram os Tall Whites, pensaram que estavam a ver fantasmas.”

Os Tall White estão na Índia? 

Uma notícia credível relata que, este mês o New Delhi Times e vários outros diários indianos, relataram que o seu governo está no meio de um debate interno sobre a possibilidade de vir a público com encontros extraterrestres. Muitos na maior democracia do mundo estão ansiosos para explicar aos cidadãos e ao mundo sobre os contactos em curso com OVNIs e extraterrestres. No entanto, existem outros que querem curvar-se à vontade das superpotências do mundo, que agora estão a tentar convencer a Índia a manter o silêncio sobre contato UFO. Segundo os noticiários estrangeiros, a América e outras superpotências estão envolvidas num "suborno económico", a fim de manter o governo indiano em silêncio sobre contato com extraterrestres.

 Como Encontrá-los?

Ao fazer esta pergunta, Hall sugeriu:  "Conduza até Indian Springs, Nevada, durante o período quente do verão, no final de Maio até o início de Setembro. Eles gostam mais de tempo mais quente do que nós. No lado sul da cidade, há uma grande secção vazia do deserto. Escolha um local onde possa ver as montanhas localizadas à distância, no extremo norte de Indian Springs Valley (o que significa que eles podem vê-lo ). " Verifique se está a divertir-se, ocupe-se com um trabalho como pintar um quadro, etc. Isto é muito importante - eles estão cheios de tédio - gostam de entretimento. Esteja muito consciente do tempo a passar. Se tem algum lapso de tempo, como 20 minutos, e se recorda  algum "sonho" que poderia ter tido durante esse tempo de ausência. "Tome nota de qualquer luz fluorescente que veja à noite, não importa o quão longe possa ser. Os Tall Whites costumavam gostar de sair  das 11:30 às 00:30, da noite, e regressar ao vale algum tempo depois, às 04:30H da madrugada.  Tome nota de qualquer luz fluorescente que veja, logo após o sol aparecer ao longo do lado oeste do Indian Springs Valley.

"Se vierem, preferem aproximar-se por trás,  por isso, sente-se ao ar livre, onde tenha uma boa visão.  Nunca, mas mesmo nunca entre em pânico -. Sei que falar é fácil, mas nunca tente persegui-los.  Basta ficar em pé ou sentado num lugar. Se ficar assustado, pode caminhar (mas não corra).


"NUNCA, MAS MESMO NUNCA tente tocar nos filhos deles, não importa quão perto se aproximem. As crianças estão desejosas de vir até si, mais perto do que o comprimento do braço. Se lhes tocar, a mãe mata-o. Cante canções tranquilas para si mesmo. Eu costumava cantar a canção de Ricky Nelson, ""It's Up to You = É com você", e rezo muito. Isso acalma-me e não tenho nenhuma idéia do que isso lhes causa. Mas também  parecia acalmar a maioria deles.

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posted by Aileen @ 9:47 AM

Tradutora: Maria Luísa de Vasconcellos
Email: luisavsconcellos2012@gmail.com

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Revolution in Kiev, Ukraine

In the last days I received multiple requests to translate my posts for foreign readers, as they have very limited information about the happenings in Ukraine. This material describes events which took place in Kyev on January 22 and 23.

Sharing and distribution is appreciated.

22 January 2014. Battles on streets of Kiev.

I came to Kiev. I came to see for myself what is happening here. Of course, an hour after arriving at Maidan, you begin to understand that everything what you've read in dozens of articles, saw in TV news reports is total crap. In the upcoming reports I will try to, as objectively as possible, to sort out this new wave of Kiev revolution.








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Janeiro 16, 2014

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Falado em Portugês Biografia - Albert Einstein nasceu na região alemã de Württemberg, na cidade de Ulm, numa família judaica. Em 1852, o avô materno de Einstein, Julius Koch, estabelece-se como comerciante de cereais em Bad Cannstatt, nos arredores de Estugarda. Os pais de Einstein, Hermann Einstein e Pauline Koch, casaram-se em 8 de agosto de 1876. Hermann, que era comerciante, muda-se de Bad Buchau para a cidade de Ulm, onde passou a viver com a esposa. É em Ulm que nasce Albert Einstein, em 14 de março de 1879.

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